“Eu amo minha terra e não pretendo deixá-la”

15/04/2015 In: Sem categoria

Imagem 1 Ivan Luiz Viecelli - ALE-RO - Eu curto RORondônia é uma terra cheia de possibilidades e oportunidades. Terra de gente trabalhadora e que busca o crescimento. Muitos brasileiros de outros estados descobrem o potencial rondoniense e vêm à procura de uma vida melhor. Os pais de Ivan Luiz Viecelli foram algumas dessas pessoas.

Nascido em Vilhena, Ivan tem 29 anos. Ele faz parte da campanha ‘Eu curto Rondônia’ e vai contar um pouco da sua história: “A vida não estava fácil no Paraná. Foi quando meu pai, que era de uma família grande e pobre, decidiu se aventurar para tentar levar uma vida melhor, procurar pedaços de terra aqui e encontrar um cunhado que tinha vindo para Vilhena”.

Rondônia mostrou todo o seu potencial logo de cara. Ao chegar à cidade, o pai de Ivan começou a trabalhar em uma madeireira e logo viu que a região era promissora, cheia de riquezas, ainda mais pelo fato de sua família ser de agricultores. Era uma oportunidade certa de crescimento.

Foi então que ele voltou para Verê, no Paraná, e acabou se casando com a mulher que viria a se tornar mãe de Ivan e seus dois irmãos. Foi então que, agora com a esposa, voltaria para a região onde conseguiria melhorar de vida. “Depois de casar, meu pai veio para Vilhena e constituiu a família. Somos três irmãos, todos nascidos aqui”, conta orgulhoso. É aí que começa a história do Ivan.

Por ter sido povoado por gente de todo canto do Brasil, Rondônia tem uma vasta diversidade cultural. E por causa disso, Ivan acabou conhecendo a cultura gaúcha. Convidado por um amigo da família, começou a frequentar o Centro de Tradições Gaúchas desde pequeno. “Fiz um curso de dança com um professor do Rio Grande do Sul que veio ensinar danças tradicionais. De aluno, passei a professor e hoje repasso tudo o que aprendi para as crianças”. O sorriso no rosto torna visível a paixão pelo que faz.

Aqui as pessoas são hospitaleiras, respeitosas, o clima de Vilhena é bom. É por isso que eu curto Rondônia!

Durante o dia, Ivan trabalha como vendedor. Só à noite que se dedica a ensinar danças tradicionais, como: xote, vanerão, marchinha e danças folclóricas gaúchas. Ensina de tudo com dedicação. “Cada dança tem a sua configuração, a sua coreografia”, afirma.

A rotina é puxada, mas ele não tem vontade alguma de deixar sua terra. Já até chegou a receber propostas para voltar para o Paraná, e mesmo que sua família seja de lá, sua resposta é categórica: “Não quero, não! Aqui as pessoas são hospitaleiras, respeitosas, o clima de Vilhena é bom. É por isso que eu curto Rondônia”.

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